As emoções da leitura Local: Porto Alegre (RS) Enviado por: Galeno Amorim
Alegria, medo, desespero, tristeza, ansiedade, confiança, terror, felicidade. Todas as emoções provocadas pela leitura estão reunidas na imagem ao lado, que ilustra a campanha de divulgação da 53ª edição da Feira do Livro de Porto Alegre. O evento, que teve início no dia 26/10 e vai até 11/11, vai ocupar, durante 14 dias, diferentes espaços no centro da cidade. Maior feira de livros a céu aberto da América Latina, ela promove, cada vez mais, o incentivo e a difusão do hábito de ler.
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Entre livros Local: Revista Época Enviado por: Alexandre Malvestio
A imagem ao lado, uma bela amostra sobre o mundo de informações que chega aos pequenos, de todos os lados, por meios das letras, ilustrou a reportagem de capa da edição de 22/10 da revista Época.
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Um homem de livros Local: Espanha Enviado por: Galeno Amorim
Olhando a imagem ao lado, dá até para imaginar que levaram a máxima de Monteiro Lobato, segundo a qual um país se faz com homens e livros, ao extremo. A idéia, no caso, acabou transformando o homem e os livros em uma única instalação. A foto, inusitada, foi publicada no blog espanhol Con Valor, dedicado a reflexões sobre o livro e leitura, no dia 12/10.
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A vaca leitora Local: Rio de Janeiro (RJ) Enviado por: Alexandre Malvestio
Ao menos por algumas semanas, Carlos Drummond de Andrade não estará mais sozinho. É que ao lado da célebre escultura do escritor, na Praia de Copacabana, foi instalada uma das peças da exposição "CowParade", que já percorreu 37 cidades do mundo e foi vista por mais de cem milhões de pessoas. A obra, feita de fibra de vidro, colocou a vaca em ótima companhia e em pleno momento de leitura, diante da princesinha do mar.
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Leitura a caminho Local: Cubatão (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Enquanto a turma se concentra na leitura dos livros, muitos outros títulos estão a caminho da Baixada Santista. A cada dois meses, uma biblioteca-volante pára na frente da escola. Na carroceria do caminhão, 20 mil exemplares estão à disposição da garotada. Há cerca de três anos o veículo vai até eles, levando uma oportunidade de leitura por prazer. A iniciativa faz parte do programa criado pela ONG Leia Brasil, em 1992. Em todo o país, seis caminhões-bibliotecas circulam em cidades de Sergipe, Rio de Janeiro e São Paulo.
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Para os pequenos lerem Local: Valinhos (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Um cantinho aconchegante e um livro de pano. Para encantar as crianças, não é preciso mais do que isso. Texto ele não tem. Mas as ilustrações que reproduzem a praia, a floresta e a cidade são um convite à leitura para as classes de Educação Infantil. Embora já exista no mercado editorial há pelo menos 30 anos - quando tinha como enredo os contos de fadas - o livro de pano anda meio escasso e mais voltado para os bebês, por causa da maciez e da resistência. Na creche, além de estimular a criatividade, eles são usados, por exemplo, para desenvolver o tato, se as páginas tiverem diferentes texturas.
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Em qualquer lugar Local: Rio de Janeiro (RJ) Enviado por: Alexandre Malvestio
Uma paisagem de livros é sempre um convite para ler. Bastam alguns passos pelos corredores repletos de letras da Bienal Internacional do Livro do Rio para descobrir, em algum lugar entre os mais de 900 estandes, um convite para embarcar em uma viagem pelo mundo da leitura. Um passaporte carimbado para leitores de todos os perfis e idades. A qualquer hora, em todo lugar.
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Leitura que causa arrepios Local: Paragominas (PA) Enviado por: Alexandre Malvestio
Medo, arrepios, suspense e calafrios. Essas foram algumas das expressões que estes alunos do interior do Pará usaram para caracterizar os contos de assombração. Os momentos de magia causados pela leitura destas histórias são um prato cheio para despertar o interesse da garotada pelos livros. As narrativas, assustadoras e cativantes, foram escolhidas pela professora Rosany de Fátima Silva Guerreiro para ajudar na alfabetização da turma. Com isso, os alunos têm contato com diversas obras do gênero, produzem reescritas, elaboram um caderno de contos e participam de saraus literários com colegas de outras turmas e de outra escola.
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O encanto dos livros Local: Passo Fundo (RS) Enviado por: Alexandre Malvestio
Aos sete anos, Meir Eduarda da Rocha dos Santos adora contos de princesas e enredos de reinos encantados. Nos últimos meses, a aluna da 2ª série ampliou seu leque de histórias e aventuras literárias, com a ajuda dos livros recomendados pela organização da 4ª Jornadinha Nacional de Literatura de Passo Fundo. Os estudantes trabalharam e conheceram, em sala de aula, as obras e biografias de autores com os quais teriam contato no evento. A iniciativa transformou as crianças de simples visitantes à condição de embasados leitores. À sua maneira, é bem verdade. Mas não por isso menos críticos.
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Caçadores de palavras Local: São Paulo (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Acompanhando o texto com o dedo enquanto recita os versos, a criança busca meios de “descobrir” as palavras fazendo o ajuste do falado para o escrito. Isso acontece porque ela já sabe “o que” está escrito e só precisa pensar no “onde”. O método tem evitado que alunos de uma escola na favela de Heliópolis, a maior de São Paulo, sigam na sala de aula e na vida enfrentando dificuldades para fazer da leitura um meio de aprender, se informar, trabalhar e participar da sociedade em pé de igualdade. A iniciativa, da professora Mariluci Kamisaka, tem garantido que as crianças saiam da 1ª série lendo e escrevendo, encantadas pelo mundo de possibilidades aberto em cada livro.
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A leitura da esperança Local: Cotia (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Uma árvore, um jardim, livros. Tudo é novo para as crianças menos favorecidas de Cotia, na grande São Paulo. E pouco importa se algumas delas ainda nem sabem ler, todo esforço é para que elas peguem gosto pelos livros e que comecem a perceber que dentro deles existe um universo diferente e interessante para ser desvendado. A biblioteca, que tem conquistado o interesse da comunidade mais pobre da cidade para a leitura, é um dos resultados do Criança Esperança, projeto da Rede Globo em parceria com a Unesco.
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Um recanto de livros Local: Recanto das Emas (DF) Enviado por: Alexandre Malvestio
Ali, entre todas aquelas estantes abarrotadas de livros, a única coisa que vale é a palavra. Crianças, jovens e adultos visitam o espaço, pegam emprestado o que querem e devolvem. O lugar, no Recanto das Emas, no Distrito Federal, é resultado do sonho de um ex-lavrador que jurou ajudar os outros quando aprendesse a ler. Hoje, a biblioteca do ex-analfabeto Luís Rodrigues de Lima transformou-se em uma referência naquele ambiente carente.
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De carona com os livros Local: Brasília (DF) Enviado por: Alexandre Malvestio
Fazer com que o livro chegue até as pessoas é um ato que supera qualquer obstáculo, seja ele falta de tempo, dinheiro ou alguma outra limitação do cotidiano. Em Brasília, uma idéia inusitada levou a biblioteca para a parada do ônibus. O acervo fica disponível 24 horas e, o que é melhor, de graça. A partir daquele lugar, um simples ponto no meio do cerrado, o mundo é desvendado todos os dias por meio da leitura.
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Carregados de letras Local: Alto Alegre do Pindoré (MA) Enviado por: Alexandre Malvestio
Quando o jegue chega, carregado de livros, a algum dos povoados espalhados em torno do município, no interior do Maranhão, a meninada sabe que é hora de embarcar em uma aventura pelo mundo da leitura. O acervo é distribuído no chão e os olhos atentos tratam de escolher aqueles que os braços já vão alcançar. É o projeto Jegue-Livro, vencedor do Prêmio Vivaleitura 2006, que transformou o lugar em um ambiente alfabetizador onde se pode folhear livros, ler e ouvir histórias.
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Imagem de não-leitura Local: Salvador (BA) Enviado por: Galeno Amorim
Esta imagem de leitura é, na verdade, uma imagem de não-leitura, em função da censura da biografia Roberto Carlos em Detalhes, do historiador Paulo César de Araújo. Este é o cartaz do "Anti-lançamento: um protesto contra a censura", evento que reuniu, em Salvador, o autor e os defensores da liberação da obra.
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Uma viagem sem volta Local: Santana de Parnaíba (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Incentivar a leitura é propor uma viagem sem volta pelo mundo do conhecimento. A realização de atividades de mediação de leitura, de articulação com voluntários da comunidade e de instalação de espaços atrativos em diferentes lugares representam um caminho para despertar o prazer de ler em jovens e crianças. Esta Sala de Leitura implantada em Santana de Parnaíba, no bairro da Fazendinha, é uma destas iniciativas na busca por leitores de comunidades carentes. O projeto é do programa de incentivo à leitura Planeta Letras, da Associação Abaporu.
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A barraca da leitura Local: Pirapora (MG) Enviado por: Alexandre Malvestio
Uma banca de livros para emprestar em plena feira de domingo. É o Clube da Leitura, criado pelo pescador Leonardo da Piedade Diniz Filho, o Léo do Peixe. Os leitores levam para casa qualquer um dos mais de 8 mil títulos e ficam com o livro quanto tempo precisar.
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Livros sobre as águas Local: Angra dos Reis (RJ) Enviado por: Alexandre Malvestio
No Brasil, todos os dias, milhares de crianças e jovens se deslocam para suas escolas por meio de embarcações. Para transformar este momento sobre as águas em uma oportunidade de leitura, a Prefeitura Municipal de Angra dos Reis, no litoral fluminense, criou em 1992 o projeto Biblioteca Espumas Flutuantes. A bordo de barcos em diferentes praias da região, os alunos fazem pesquisas e lêem obras literárias, orientados por professores. Com isso, um grande número de crianças e adolescentes, que de outro modo não teriam acesso fácil aos livros, acaba se tornando um público fiel ao acervo da embarcação.
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Um bom exemplo Local: São Paulo (SP) Enviado por: Alexandre Malvestio
Em sua coluna na Folha de S. Paulo no dia 29/6, o jornalista Daniel Castro publicou uma boa notícia para quem esperava o dia em que a causa da leitura chegasse às telenovelas. Na foto, os atores Darlan Cunha e Gabriela Duarte aparecem gravando cena em que seus personagens em 'Sete Pecados', da Rede Globo, se empenham em recuperar uma biblioteca de escola pública na periferia de São Paulo.
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A caverna da leitura Local: Londres (Inglaterra) Enviado por: Galeno Amorim
Uma prateleira de livros com um nicho de tamanho humano. A invenção é da designer de móveis Sakura Adachi, responsável por criar um espaço onde os leitores podem se aconchegar para a leitura cercados por seus livros favoritos. A japonesa conta que se inspirou nos pombos e na sua capacidade de criar recantos privados em espaços públicos para confecionar a The Cave (a Caverna), que está sendo vendida na Inglaterra pelo equivalente a R$ 13 mil.
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Como nascem as letras Local: Maracanaú (CE) Enviado por: Ray Lima
Obras de cordel, de jornal, de cartolina. Em 2006, uma iniciativa da Escola Zumbi produziu 80 livros dos mais variados estilos e gêneros criados por meninos e meninas do interior cearense. Com o projeto, estudantes de 14 escolas municipais foram convidados para participar da 7ª Bienal Internacional do Livro do Ceará. Além da criação dos textos, as crianças aprendem a confeccionar suas próprias obras e se aproximam, mesmo que de modo artesanal, de todas as fases de produção.
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De rimas e de encantamento Local: São Gonçalo do Amarante (CE) Enviado por: Alexandre Malvestio
Para despertar maior interesse nos jovens de uma escola rural do interior do Ceará, a professora Francisca das Chagas Menezes Sousa passou a usar o cordel como referência em trabalhos de leitura e escrita. A idéia se transformou no projeto Cordel: rimas que encantam, iniciativa vencedora de uma das categorias do Prêmio Vivaleitura 2006.
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Livros que salvam Local: Santo Antônio do Descoberto (GO) Enviado por: Programa Escolas Irmãs
Mais de mil livros doados e dezenas de sorrisos agradecidos. A Escola Municipal Myriam Pelles Pereira Ervilha, de Santo Antônio do Descoberto (GO), foi beneficiada com um rico acervo que vai de Drummond a Dora Duarte, já conhecida pelos alunos. A doação beneficiará os alunos da alfabetização à 6ª série. Quem doou foram os funcionários da Presidência da República, Casa Civil, Biblioteca da Presidência e Censipam, que abraçaram a iniciativa do Programa Escolas-Irmãs, que incentiva o intercâmbio entre escolas públicas e particulares a partir de uma palavra-chave: solidariedade.
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Uma janela para a inclusão Local: Belo Horizonte (MG) Enviado por: Marcos Desimoni
Os alunos da Escola Municipal Vereador Antônio Menezes estão aprendendo lições de diversidade por meio da leitura. A responsável por isso é Marina Medeiros, de 5 anos. Nascida com baixa visão, a menina descobriu, nas rodas organizadas pela professora Neusa, a paisagem do mundo dos livros ao lado dos amigos.
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Passaporte para a imaginação Local: Belo Horizonte (MG) Enviado por: Revista Nova Escola
Todos os dias, a bibliotecária Lucila Braga Ribeiro prepara uma grande mala. Pensando em seus companheiros de viagem, escolhe livros, revistas, jornais, fascículos, dicionários... Mal chega à biblioteca da EE Professor Batista Santiago, é logo cercada pelas crianças, eufóricas para conhecer os novos destinos.
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Colorindo o mundo Local: Retirolândia (BA) Enviado por: Projeto Baú de Leitura
Para incentivar a mãe, a filha Josiane inverte os papéis convencionais no sertão da Bahia. É ela quem leva livros para casa e lê histórias para dona Edileuza de Jesus. Foram os filhos que convenceram a trabalhadora rural, que era analfabeta, a começar a estudar, aos 35 anos. "Eu tenho o maior sonho de ler eu mesma. Hoje em dia, gaguejando, eu leio algum nome, é um mundo colorido pra mim."
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Órfãos de livros Local: Enviado por: Joyce Cury
“Esta admirável instituição é um motivo de justa euforia para a metrópole do Oeste.” A frase, escrita à mão no velho Livro de Termos de Visitas da Biblioteca Pe. Euclydes, de Ribeirão Preto, é de 1916 e foi colocada lá por Alberto Santos Dumont. Criada pela sociedade civil nos tempos áureos do café, a centenária biblioteca luta arduamente para sobreviver.
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Ao alcance de todos Local: Enviado por: Tute - La Nación
Publicada na seção Tutelandia, na última página do jornal argentino La Nación, a ilustração do artista gráfico Tute convida a uma reflexão sobre o papel da leitura na vida das pessoas e a eterna questão livros x televisão, temas presentes na 33ª edição da Feira do Livro de Buenos Aires.
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A transformação pelos livros Local: Enviado por: José Varella/Correio Braziliense
Sebastião e Dilma lendo com crianças na biblioteca que fundaram há oito meses: dedicação e esperança no aprendizado de crianças pobres de São Sebastião, a 25 km do Plano Piloto, em Brasília.
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Na ponta dos dedos Local: Enviado por: ONG Vez da Voz
Deficientes visuais, seus familiares e outros convidados com visão normal experimentam, em oficina na Livraria Saraiva, a leitura de livros em braile. Um mundo novo de sensações que chega pela ponta dos dedos.
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Leia mais. Viva mais. Local: Enviado por: Instituto Português do Livro e das Bibliotecas
Na campanha para comemorar, este ano, o Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor (23 de abril), Portugal convida: "Leia Mais, Viva Mais". A idéia é chamar a atenção para a importância do hábito de ler como forma de cidadania plena.
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O espelho das idéias Local: Enviado por: Joyce Cury
Um pequeno fragmento do imponente casarão erguido em 1912 e que abriga uma das bibliotecas mais tradicionais de Ribeirão Preto, a Altino Arantes. Berço de histórias escondidas no velho coração da cidade, o lugar foi fotografado para a exposição "Nas entrelinhas da leitura".
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Na companhia das letras Local: Enviado por: Mariana Martins
Foi em meio ao acervo da biblioteca mais antiga de Ribeirão Preto que dona Vera Venturi Nogueira esqueceu a solidão. Depois de aposentada e viúva, ela recebeu uma intimação do terapeuta: trabalho. Tornou-se voluntária da Padre Euclides, que acaba de completar 104 anos. É ali onde ela passa as tardes, entre as histórias pelas quais se apaixonou ainda criança. “Tenho que ficar no meio de livros”.
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Viagem sobre as águas Local: Enviado por: Marta Carvalho
Na travessia do Rio Pedreira, no interior da região amazônica, esses leitores do presente e do futuro fazem uma outra viagem, por águas nunca dantes navegadas.
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João e Maria Local: Enviado por: Gesmar Nunes
Entre as pilhas de livros e histórias no pavilhão da Feira Nacional do Livro, dois interessadíssimos leitores se deixam levar pela fantasia da leitura.
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Última Leitura Local: Enviado por: Carlos Natal
O poeta Wally Salomão faz seu último sarau, no Café Filosófico no Theatro Pedro II, em março de 2004.
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